Black Eyed Peas tocam neste domingo no Rock in Rio 2026 | Conheça a trajetória do grupo antes do show
Com uma sequência de hits que marcou os anos 2000, Black Eyed Peas sobe ao Palco Mundo para um dos shows mais nostálgicos desta edição

(Foto: Divulgação)
Se tem uma banda capaz de fazer milhares de pessoas cantarem do primeiro ao último refrão, essa banda é o Black Eyed Peas. Neste domingo, o trio sobe ao Palco Mundo, às 21h20, levando para o Rock in Rio 2026 um repertório recheado de músicas que dominaram rádios, festas e pistas de dança por décadas.
Antes de Calvin Harris fechar a noite, will.i.am, apl.de.ap e Taboo prometem uma apresentação que mistura nostalgia, coreografias e alguns dos maiores sucessos da música pop.

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Antes dos hits, eles eram uma banda de hip-hop
Hoje é difícil imaginar o Black Eyed Peas longe do pop, mas o grupo nasceu bem diferente. A história começou em 1988, em Los Angeles, quando will.i.am, apl.de.ap e Taboo faziam parte da cena alternativa do hip-hop americano.
Os primeiros discos tinham influência do jazz, do funk e do rap, conquistando respeito dentro do gênero. A virada aconteceu anos depois, quando a banda decidiu expandir sua sonoridade sem abandonar as raízes.
A fase que mudou tudo
A chegada de Fergie, em 2002, redefiniu completamente a identidade do grupo. Foi a partir dali que vieram discos como Elephunk, Monkey Business e The E.N.D., responsáveis por transformar o Black Eyed Peas em um fenômeno mundial.

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Naquela época, era praticamente impossível escapar de músicas como Pump It, My Humps, Don't Phunk With My Heart e Boom Boom Pow. Em 2009, I Gotta Feeling virou um dos maiores hinos de festa da música pop e permanece até hoje como uma das faixas mais conhecidas da carreira do grupo.
Os sucessos que todo mundo conhece
O setlist deste domingo deve passar pelos principais clássicos da banda, incluindo:
I Gotta Feeling
Where Is The Love?
Boom Boom Pow
Pump It
Let's Get It Started
Meet Me Halfway
My Humps
Don't Phunk With My Heart
Além das músicas mais antigas, o trio também costuma incluir faixas da fase mais recente, marcada por influências latinas e eletrônicas.
Reinvenção sem perder a identidade
Mesmo depois da saída de Fergie, em 2017, o Black Eyed Peas seguiu ativo. O grupo apostou em novas colaborações, aproximou-se do reggaeton e trabalhou com artistas como Shakira, J Balvin, Ozuna, Daddy Yankee e até Anitta, mostrando que continua acompanhando as mudanças da música pop.
Essa capacidade de mudar de direção sem deixar de soar como Black Eyed Peas é uma das razões pelas quais o grupo segue lotando festivais pelo mundo.

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O que esperar do show no Rock in Rio
Os shows do Black Eyed Peas costumam ser pensados para grandes públicos. A apresentação mistura telões gigantes, coreografias, efeitos visuais e uma sequência de hits que praticamente não dá tempo para respirar.
No Rock in Rio, a expectativa é de uma noite em que o público vai alternar momentos de nostalgia com muita dança, preparando o terreno para o encerramento de Calvin Harris no Palco Mundo.
Mais de trinta anos depois da formação da banda, o Black Eyed Peas continua provando que alguns refrões simplesmente não envelhecem.





